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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Dilma agora cogita importar engenheiros






Há algum tempo, a presidente Dilma iniciou o processo para importação de médicos, o que tem gerado certa polêmica, já que, com essa medida, poderá ocorrer  a desvalorização dos profissionais aqui formados, além de gerar concorrência, mesmo que esta seja vista por muitos como algo positivo. Bem, se você engenheiro, ou futuro engenheiro, questionou essa situação, saiba que o mesmo pode ocorrer para a sua área.
Você pode estar pensando na razão pela qual o governo cogitou essa situação para os médicos, por exemplo. Bem, a justificativa mais plausível é o fato de médicos brasileiros não aceitarem trabalhar em áreas precárias, como o sertão. Logo, obviamente, a tendência é que, se isso continuar da mesma maneira, a situação só se agrave nessas áreas. Então, a solução foi dada: vamos importar.
Ainda sobre os médicos, estes não trabalhariam no Brasil facilmente. Discutiram sobre um possível exame cuja aprovação renderia o emprego, já que em outros países julga-se cursos de medicinas como “menos concorridos” e com maior chance de formação. Lula, ex-presidente, não gostou dessa ideia, alegando que apenas 27% dos médicos brasileiros são aprovados em exames aplicados pelo conselho regional de medicina.
A ideia de importar engenheiros segue o mesmo padrão de raciocínio: melhorar o país de certa forma. Se na área da saúde as áreas precárias sofreriam avanços, para ministros, medida poderia chegar a impulsionar o crescimento econômico do nosso país.
Enquanto na saúde faltam profissionais dispostos a trabalhar em áreas pobres, nas prefeituras faltam especialistas dispostos a trabalhar na elaboração de projetos básico e executivo.
O que isso transparece? Que não é suficiente o número de profissionais que se formam na nossa área. Um exemplo é o Maranhão, local no qual menos abriga esse tipo de profissional.
O governo faz a sua parte através do “Ciências Sem Fronteiras”, onde o objetivo é que a pessoa traga experiência e especialização na sua volta ao Brasil.
Países desenvolvidos como Suíça, Canadá e Nova Zelândia apresentam 20% de suas populações formadas por imigrantes. Já no Brasil, a porcentagem cai para 0,3%. Resta ser inteligente na hora de importar, buscando pessoas qualificadas (o que pode ser comprovado através de inúmeros testes) e que só venham para acrescer.
É lógico que esse desejo da importação não agrada a todos. O que você pensa sobre isso? Aquele camarada estrangeiro poderia roubar uma possível vaga de emprego sua? Tal medida acarretaria mesmo na desvalorização de nossos “frutos” nacionais?




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